===== SUPPOSITUM COGNOSCENS ===== O homo singularis, como [[lexico:s:sujeito:start|sujeito]] do [[lexico:c:conhecimento:start|conhecimento]], é o [[lexico:s:suppositum-cognoscens:start|suppositum cognoscens]], que repetidamente defendemos como a pedra angular de uma [[lexico:g:gnoseologia:start|gnoseologia]] que pretenda resolver os graves problemas que o conhecimento coloca ao [[lexico:s:ser:start|ser]] [[lexico:h:humano:start|humano]]. A [[lexico:a:analitica:start|analítica]], necessária em toda construção teórica, põe em perigo a [[lexico:u:unidade:start|unidade]] [[lexico:r:real:start|real]] do sujeito que conhece, e sem essa unidade real, concreta, [[lexico:s:singular:start|singular]], o conhecimento se converte em um enigma, precisamente por perder de vista essa [[lexico:r:realidade:start|realidade]] riquíssima do sujeito como homo singularis ou como [[lexico:s:suppositum:start|suppositum]] cognoscens. E a [[lexico:r:razao:start|razão]] é clara, porque se o [[lexico:a:ato:start|ato]] de conhecer é elícito do [[lexico:e:entendimento:start|entendimento]], no entanto, adequada e totalitariamente é do sujeito que conhece: sou [[lexico:e:eu:start|eu]], como [[lexico:s:suposto:start|suposto]] humano, [[lexico:q:quem:start|quem]] conhece, [[lexico:n:nao:start|não]] é meu entendimento; é [[lexico:v:verdade:start|verdade]] que conheço por [[lexico:m:meio:start|meio]] do entendimento, mas sem o "eu" que conhece, o conhecimento seria [[lexico:i:impossivel:start|impossível]] como ato gnoseológico. {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}