===== REALISMOS ===== Há diversas doutrinas realistas: [[lexico:r:realismo:start|realismo]] platônico, ideal-realismo e real-idealismo, que tem surgido como [[lexico:s:sinonimos:start|sinônimos]]. Essas concepções se caracterizam por admitir que há [[lexico:r:realidade:start|realidade]] dos ideais, e que a realidade pode [[lexico:s:ser:start|ser]] reduzida aos ideais. Seria propriamente a [[lexico:p:posicao:start|posição]] ideal-realista. Um [[lexico:a:aspecto:start|aspecto]], que corresponderia ao real-idealismo, seria a posição: há uma realidade: a das formas, cujo [[lexico:n:nexo:start|nexo]] entre si é o da [[lexico:i:idealidade:start|idealidade]], e há [[lexico:c:coisas-reais:start|coisas reais]], que as ostentam, cujo nexo é o da realidade. A realidade final é o conjunto que o [[lexico:e:espirito:start|espírito]] distingue e separa abstratamente, esquecendo de recolher à concreção de que faz [[lexico:p:parte:start|parte]]. Os nexos de idealidade e de realidade constituem a [[lexico:v:verdade:start|verdade]] do [[lexico:r:real:start|real]]. Se as duas primeiras concepções: a platônica e a ideal-realista são ainda classificadas como idealistas, a real-idealista, é já genuinamente realista. Realismo crítico de [[lexico:k:kant:start|Kant]] - É o realismo [[lexico:e:empirico:start|empírico]] e realismo [[lexico:f:formal:start|formal]]. Realismo [[lexico:t:transcendental:start|transcendental]] - Empregado por [[lexico:h:hartmann:start|Hartmann]] para indicar que a [[lexico:r:representacao:start|representação]] é inseparável da [[lexico:i:ideia:start|ideia]] de uma [[lexico:c:causa:start|causa]] [[lexico:i:independente:start|independente]], da [[lexico:v:vontade:start|vontade]] do [[lexico:s:sujeito:start|sujeito]]. Vide [[lexico:p:presentacionismo:start|presentacionismo]]. Realismo ingênuo ou [[lexico:v:vulgar:start|vulgar]] - acredita na realidade pura e [[lexico:s:simples:start|simples]] do [[lexico:m:mundo:start|mundo]] [[lexico:e:exterior:start|exterior]], conforme é captado por um sujeito que sente diretamente as [[lexico:c:coisas:start|coisas]]. Realismo transfigurado - É o de [[lexico:s:spencer:start|Spencer]], que afirma que, [[lexico:a:alem:start|além]] da realidade por nós conhecida, há um [[lexico:i:incognoscivel:start|incognoscível]] real e que a [[lexico:i:imagem:start|imagem]] que temos deste mundo [[lexico:n:nao:start|não]] tem nenhuma [[lexico:s:semelhanca:start|semelhança]] com o que corresponde a [[lexico:e:esse:start|esse]] incognoscível. Para ele o [[lexico:a:abismo:start|abismo]] está traçado entre nós e esse incognoscível. E se há captação desta realidade, e não há nenhuma semelhança entre esta e a do incognoscível, se esta é real, aquela é o inverso desta, é [[lexico:i:irreal:start|irreal]], ou de uma realidade que [[lexico:n:nada:start|nada]] tendo de [[lexico:v:ver:start|ver]] com a que temos aqui, nem [[lexico:e:ente:start|ente]] poderia ser, pois se é ser, de alguma [[lexico:m:modo:start|modo]] se assemelharia com esta nossa realidade. E neste caso não seria tão incognoscível assim... Realismo metódico - É o defendido por Gilson com as seguintes teses: 1) Não é admissível o [[lexico:p:problema:start|problema]] crítico (vide [[lexico:c:critica:start|Crítica]]), porque implicaria duvidar de tudo e duvidar de tudo não liberta da [[lexico:d:duvida:start|dúvida]]; do contrário terá de iniciar pelas [[lexico:i:ideias:start|ideias]] e [[lexico:q:quem:start|quem]] inicia pelas ideias terminará idealista; 2) Há [[lexico:o:objetividade:start|objetividade]] nas nossas certezas e [[lexico:v:veracidade:start|veracidade]] na [[lexico:m:mente:start|mente]]. {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}