===== LEI DA CIRCULAÇÃO DAS ELITES ===== A “[[lexico:l:lei-da-circulacao-das-elites:start|lei da circulação das elites]]” de Vilfredo Pareto está muito [[lexico:b:bem:start|Bem]] exposta na Introdução da [[lexico:o:obra:start|obra]] Les Systèmes Socialistes, Giard, 1926. Ao [[lexico:f:fato:start|fato]] de que as elites se formam pela depuração das qualidades de [[lexico:t:todo:start|todo]] o [[lexico:c:corpo:start|corpo]] [[lexico:s:social:start|social]], devemos acrescentar que essas qualidades se depuram segundo os modelos que regem o corpo social. As qualidades requeridas pelas elites medievais diferem das que são requeridas nas sociedades de comerciantes e industriais. A [[lexico:n:natureza:start|natureza]] das elites depende por isso da natureza dos modelos. Ao [[lexico:m:modelo:start|modelo]] da Rev. Francesa Edmund [[lexico:b:burke:start|Burke]] opunha o [[lexico:e:estado:start|Estado]] dos santos e dos cavaleiros; ao modelo [[lexico:c:cosmopolita:start|cosmopolita]] os românticos opunham o modelo nacional. Acreditaram na [[lexico:f:forca:start|força]] ideoplástica dos modelos desde que, no [[lexico:i:idealismo:start|Idealismo]] [[lexico:a:absoluto:start|absoluto]], as realidades são concretizações de modelos prévios. [BARBUY, Heraldo. O Problema do ser e outros ensaios. São Paulo: Convívio, 1984, p. 285] {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}