===== FILOSOFIA DA HISTÓRIA ===== A [[lexico:f:filosofia:start|Filosofia]] que considera a [[lexico:h:historia:start|história]] humana como a realização de um [[lexico:p:plano:start|plano]] [[lexico:r:racional:start|racional]]. — As filosofias modernas da história são inspiradas, em seu [[lexico:m:metodo:start|método]], por [[lexico:m:marx:start|Marx]], e através dele, por [[lexico:h:hegel:start|Hegel]]. O [[lexico:p:problema:start|problema]] fundamental, colocado por essas filosofias é o dos "sentidos da história". A história do [[lexico:m:mundo:start|mundo]] desenvolve-se no [[lexico:s:sentido:start|sentido]] de um aperfeiçoamento [[lexico:m:moral:start|moral]], de um [[lexico:p:progresso:start|progresso]] da [[lexico:c:cultura:start|cultura]], ou exprime uma [[lexico:d:decadencia:start|decadência]] dos [[lexico:c:costumes:start|costumes]]? Mais concretamente, orienta-se no sentido do comunismo ou do capitalismo? As mais recentes análises revelam uma inclinação do capitalismo para uma certa planificação socialista, e uma [[lexico:e:evolucao:start|evolução]] do comunismo, contemporânea da elevação do nível da [[lexico:v:vida:start|vida]], no sentido da [[lexico:p:propriedade-privada:start|propriedade privada]] e das iniciativas individuais. A [[lexico:f:filosofia-da-historia:start|filosofia da história]] divisa, na [[lexico:a:ausencia:start|ausência]] de [[lexico:a:acidente:start|acidente]], a [[lexico:p:possibilidade:start|possibilidade]] de uma [[lexico:s:sintese:start|síntese]] positiva dos dois sistemas, no [[lexico:f:fim:start|fim]] da [[lexico:a:atual:start|atual]] [[lexico:c:coexistencia:start|coexistência]] pacífica. Da [[lexico:c:ciencia-historica:start|ciência histórica]], que se propõe extrair de suas fontes os acontecimentos históricos e expô-los, distingue-se a filosofia da história (também denominada meta-histórica), cujo fim consiste em submeter tanto a própria história como a [[lexico:c:ciencia:start|ciência]] histérica a uma "[[lexico:r:reflexao:start|reflexão]] pensante" (Hegel) e compreendê-la, partindo dos últimos fundamentos do [[lexico:s:ser:start|ser]] e do conhecer. A filosofia da história abarca, como disciplinas principais, a [[lexico:l:logica:start|lógica]] e a [[lexico:m:metafisica:start|metafísica]] da história. A primeira indaga os fundamentos, pressuposições e métodos da ciência histórica ([[lexico:c:certeza-historica:start|certeza histórica]]); a segunda investiga a-essência, as [[lexico:c:causas:start|causas]] (história) e o sentido da história. Trata-se tanto de [[lexico:c:compreender:start|compreender]] a história em sua [[lexico:r:relacao:start|relação]] [[lexico:e:essencial:start|essencial]] com o [[lexico:h:homem:start|homem]] quanto de inseri-la na última conexão do ser. Daqui se infere que a [[lexico:a:antropologia-filosofica:start|antropologia filosófica]] e a metafísica possuem importância decisiva para a filosofia da história. [[lexico:a:alem:start|Além]] disso, a filosofia da história é de [[lexico:f:fato:start|fato]], rematada pela [[lexico:t:teologia:start|teologia]] da história, uma vez que a [[lexico:r:revelacao:start|revelação]] expõe a história do mundo como história da [[lexico:s:salvacao:start|salvação]]. Por isso, se à filosofia da história compete a [[lexico:t:tarefa:start|tarefa]] de compreender a história dentro do quadro [[lexico:g:geral:start|geral]] do ser e da [[lexico:e:essencia:start|essência]] do homem, deve ela ser complementada com a teologia da história, para se obter uma [[lexico:v:visao:start|visão]] da história da [[lexico:h:humanidade:start|humanidade]], nova, mais profunda, que ela [[lexico:p:por-si:start|por si]] só [[lexico:n:nao:start|não]] lograria dar. Só no caso de períodos determinados e relativamente fechados é [[lexico:p:possivel:start|possível]] ler, no curso dos fatos, o sentido da história. Quanto ao conjunto da [[lexico:h:historia-universal:start|história universal]], unicamente se pode afirmar, em termos gerais, que o sentido da história não é [[lexico:o:outro:start|outro]] senão o dos acontecimentos mundiais e o do mundo em geral: a [[lexico:m:manifestacao:start|manifestação]] e [[lexico:r:representacao:start|representação]] da infinita plenitude [[lexico:o:ontologica:start|ontológica]] de [[lexico:d:deus:start|Deus]] feita de [[lexico:m:modo:start|modo]] [[lexico:f:finito:start|finito]] e [[lexico:h:humano:start|humano]]. Cada [[lexico:e:epoca:start|época]] e cada homem hão-de contribuir para esta manifestação, que inclui tanto a plena realização das disposições humanas no [[lexico:t:tempo:start|tempo]] (sentido [[lexico:i:imanente:start|imanente]] da história), quanto a consecução do fim [[lexico:e:eterno:start|eterno]] proposto ao homem (sentido [[lexico:t:transcendente:start|transcendente]] da história). Qual seja concreta e historicamente este fim, é [[lexico:c:coisa:start|coisa]] que depende da livre [[lexico:d:determinacao:start|determinação]] de Deus. Já no dealbar da filosofia (cf. os mitos culturais) topamos uma reflexão histórico-filosófica. As declarações da filosofia helênica assinalam diversas direções (teorias da decadência, da ascensão, da constância, do curso cíclico). Embora a concepção histórica do Antigo Testamento seja orientada teologicamente, não obstante reveste-se de grande importância para a ulterior estruturação da filosofia da história, pelo fato de sublinhar a [[lexico:u:unidade:start|unidade]] do [[lexico:g:genero:start|gênero]] humano e de conceber a história como [[lexico:p:processo:start|processo]] [[lexico:u:unico:start|único]] que apresenta uma conclusão prenhe de sentido. O mesmo se diga de S. [[lexico:a:agostinho:start|Agostinho]], cuja [[lexico:o:obra:start|obra]], de cunho teológico-histórico, "A [[lexico:c:cidade:start|cidade]] de Deus", contém também muitas [[lexico:i:ideias:start|ideias]] de filosofia da história. Ideias filosóficas e teológicas acerca da história foram reunidas igualmente, no transcurso do tempo, por Oito von Freising, Dante, [[lexico:b:bossuet:start|Bossuet]], Fr. Schlegel, Görres e Soloviev. A filosofia da história existe, como [[lexico:d:disciplina:start|disciplina]] propriamente dita, desde que, no [[lexico:i:iluminismo:start|Iluminismo]], o homem se situa no centro da reflexão filosófica. A [[lexico:e:expressao:start|expressão]] "filosofia da história" procede de [[lexico:v:voltaire:start|Voltaire]]; o fundador da filosofia histórica alemã foi Herder. A [[lexico:o:orientacao:start|orientação]] idealista concebeu a história como realização de uma [[lexico:i:ideia:start|ideia]] divina; a orientação naturalista, como [[lexico:c:consequencia:start|consequência]] necessária de leis naturais. A primeira apresentou-se em [[lexico:f:forma:start|forma]] teísta e panteísta. Segundo Hegel, a [[lexico:q:quem:start|quem]] a filosofia da história deve profundas intuições, não obstante as muitas violências de [[lexico:s:sistema:start|sistema]], a história é o curso do [[lexico:d:devir:start|devir]] do [[lexico:e:espirito:start|espírito]] [[lexico:o:objetivo:start|objetivo]] ([[lexico:s:ser-espiritual:start|ser espiritual]]. [[lexico:i:idealismo-alemao:start|idealismo alemão]]). A orientação naturalista pertencem o [[lexico:p:positivismo:start|positivismo]] de [[lexico:c:comte:start|Comte]] e o [[lexico:m:materialismo-historico:start|materialismo histórico]] ([[lexico:m:materialismo-dialetico:start|materialismo dialético]]). A doutrina do [[lexico:e:eterno-retorno:start|eterno retorno]] de [[lexico:n:nietzsche:start|Nietzsche]] combina os dois pontoa de vista, o idealista e o naturalista. A filosofia das raças considera a história exclusivamente como [[lexico:l:luta:start|luta]] racial (Chamberlain, Rosenberg). — [[lexico:b:brugger:start|Brugger]]. Sabemos atualmente como existe história para a [[lexico:c:consciencia:start|consciência]]: é que ela própria é história. Toda reflexão a sério sobre a ciência histórica deve começar pelo [[lexico:c:comeco:start|começo]]; R. [[lexico:a:aron:start|Aron]] (Introduction à la philosophie de l’histoire, Gallimard, 1938) dedicando assim um capítulo ao [[lexico:e:estudo:start|estudo]] do [[lexico:c:conhecimento:start|conhecimento]] de si, chega aos mesmos resultados: "nós temos consciência de nossa [[lexico:i:identidade:start|identidade]] através do tempo. Nós nos sentimos sempre [[lexico:e:esse:start|esse]] mesmo ser indecifrável e evidente, de que seremos eternamente o único espectador. Mas as impressões que garantem a estabilidade desse [[lexico:s:sentimento:start|sentimento]] são impossíveis de serem traduzidas, ou até sugeridas" (59). O psicólogo objetivista que pretende definir minha história fracassa, pois essa história é essencialmente inacabada, portanto indefinível; [[lexico:e:eu:start|eu]] não sou um [[lexico:o:objeto:start|objeto]], mas um [[lexico:p:projeto:start|projeto]]; eu não sou apenas o que sou, mas também o que vou ser, e que posso [[lexico:t:ter:start|ter]] sido ou tornar-me. Mas essa história que existe para a consciência não se esgota na consciência de sua história; a história, é também a "história [[lexico:u:universal:start|universal]]", relativa não mais ao Dassein mas ao Mir-sein, é a história dos homens. Não retomamos a [[lexico:i:interrogacao:start|interrogação]] como existe um alter [[lexico:e:ego:start|ego]] para o ego porque ela está implícita, como vimos, em todas as [[lexico:c:ciencias-humanas:start|ciências humanas]]. Nós nos restringiremos apenas à maneira específica como o objeto história se apresenta ao historiador. Ele se apresenta por signos, restos, monumentos, relatos, um material possível. Este [[lexico:m:movel:start|móvel]] de que falava [[lexico:h:heidegger:start|Heidegger]] remete já por [[lexico:s:si-mesmo:start|si mesmo]] ao mundo de onde ele provém. Há uma via aberta para o passado, anterior ao [[lexico:t:trabalho:start|trabalho]] da ciência histórica: são os próprios signos que nos abrem esta via, passamos imediatamente desses signos ao sentido deles, o que não significa que saibamos com um [[lexico:s:saber:start|saber]] [[lexico:e:explicito:start|explícito]] o sentido desses signos e que a tematização científica não acrescente [[lexico:n:nada:start|nada]] à nossa [[lexico:c:compreensao:start|compreensão]]; apenas essa tematização, essa construção do passado é, [[lexico:c:como-se:start|como se]] diz, uma reconstrução; é imprescindível que os signos de onde [[lexico:p:parte:start|parte]] a tematização tragam em si mesmos o sentido de um passado, pois em caso contrário, como distinguir o [[lexico:d:discurso:start|discurso]] do historiador de uma [[lexico:f:fabulacao:start|fabulação]]? Voltamos a encontrar os resultados da elucidação do sentido; pela história vimos ao encontro de um mundo cultural que deverá ser evidentemente reconstituído e restituído por um trabalho de reflexão (Aron); mas tal mundo cultural vem igualmente ao nosso encontro como mundo cultural; os fragmentos, o [[lexico:m:momento:start|momento]], o [[lexico:r:relato:start|relato]] remetem o historiador, cada qual segundo o seu mundo [[lexico:p:proprio:start|próprio]], a um [[lexico:h:horizonte:start|horizonte]] cultural onde se esboça o [[lexico:u:universo:start|universo]] coletivo de que é [[lexico:t:testemunho:start|testemunho]], e essa [[lexico:a:apreensao:start|apreensão]] do ser [[lexico:h:historico:start|histórico]] dos signos só é possível pelo fato de [[lexico:e:existir:start|existir]] uma [[lexico:h:historicidade:start|historicidade]] do historiador. "Não são nem a reunião, nem a triagem, nem a [[lexico:g:garantia:start|garantia]] dos materiais que mobilizam a volta ao "passado", mas tudo isso pressupõe já. . . a historicidade da [[lexico:e:existencia:start|existência]] do historiador. É essa historicidade que funda existencialmente a história como ciência, mesmo nas disposições menos aparentes, até nos arranjos que são "[[lexico:c:coisas:start|coisas]] de ofício" (Sein und Zeit, loc. cit., 11). Por conseguinte os signos se apresentam ao historiador imediatamente investidos de um sentido de passado, mas esse sentido não é transparente, [[lexico:m:motivo:start|motivo]] pelo qual se faz necessária uma elaboração conceituai em história. "A história pertence à [[lexico:o:ordem:start|ordem]] não da vida, mas do espírito "(Aron, ifoid., 86). Isto significa que o historiador, com base nessa pnata-forma, deve revelar, não leis, não acontecimentos individuais, mas "a possibilidade que efetivamente existiu no passado" (Heidegger, loc. cit., 205). Mas, para chegar a isso, não importa o que pensa Heidegger sobre esse [[lexico:p:ponto:start|ponto]], o historiador deve reconstruir com [[lexico:c:conceitos:start|conceitos]]. "Ora, diz Aron, sempre é-nos [[lexico:d:dado:start|dado]] a escolher entre múltiplos sistemas; pois a ideia é ao mesmo tempo imanente e transcendente à vida", devemos entender com isso que existe de fato "no interior" de um devir histórico dado uma [[lexico:s:significacao:start|significação]] desse devir (uma "lógica" [[lexico:e:economica:start|econômica]], ou espiritual, ou jurídica etc.), mas que essa significação ou essa "lógica" deve ser revelada por um [[lexico:a:ato:start|ato]] do historiador que equivale a uma [[lexico:e:escolha:start|escolha]] sobre esse devir. Essa escolha é explícita ou não, mas não existe ciência histórica que não se apoie numa filosofia da história. Não cabe reproduzir aqui as minuciosas análises de Aron. Dir-se-á que a [[lexico:n:necessidade:start|necessidade]] para o historiador de elaborar conceitualmente o devir não implica numa filosofia, mas numa [[lexico:m:metodologia:start|metodologia]] científica. Não, responde Aron, porque a [[lexico:r:realidade:start|realidade]] histórica não é essencialmente constituída, como a realidade [[lexico:f:fisica:start|física]], mas essencialmente aberta e inacabada; existe um discurso coerente da física porque existe um universo [[lexico:f:fisico:start|físico]] coerente, mesmo para o físico; mas no universo histórico por mais coerente que seja, essa [[lexico:c:coerencia:start|coerência]] é sempre inacessível ao historiador porque tal universo não é fechado. É claro que Waterloo passou, e a história do Primeiro Império acabou; mas se abordamos como tal esse momento do devir nós o deixaremos escapar pois para os atôres, cujo mundo tentamos restituir (essa "possibilidade que efetivamente existiu no passado"), esse momento, se perfilava num horizonte [[lexico:e:equivoco:start|equívoco]] de possíveis contingentes. Declaramos posteriormente que a [[lexico:q:queda:start|Queda]] do Império era necessária, mas isto é confessar que fazemos então a história dessa história a partir de um observatório, por sua vez histórico, pois dizemos "posteriormente": daí se conclui que a história que fazemos não é uma ciência [[lexico:t:transcendental:start|transcendental]]. Que é então? "A ciência histórica é uma forma da consciência que uma [[lexico:c:comunidade:start|comunidade]] toma de si mesma" (Aron, op. cit., 88), na [[lexico:m:medida:start|medida]] em que ela é inseparável da [[lexico:s:situacao:start|situação]] histórica em cujo seio se elabora, e da [[lexico:v:vontade:start|vontade]] do próprio erudito. As interpretações dadas para um mesmo momento do devir são variáveis em [[lexico:f:funcao:start|função]] do momento do devir em que são dadas. A Idade Média não era a mesma coisa para o século XVII e para o século XX. Mas é [[lexico:i:impossivel:start|impossível]] de encarar, a título de [[lexico:p:postulado:start|postulado]] primeiro do [[lexico:e:esforco:start|esforço]] do historiador, uma [[lexico:i:interpretacao:start|interpretação]] adequada ao [[lexico:r:real:start|real]] interpretado? Não, responde mais uma vez Aron, porque ou essa interpretação definitiva assentaria no [[lexico:m:modelo:start|modelo]] causal das ciências da [[lexico:n:natureza:start|natureza]] (economismo simplista por [[lexico:e:exemplo:start|exemplo]]), e uma interpretação desse [[lexico:t:tipo:start|tipo]] não pode [[lexico:a:apreender:start|apreender]] o conjunto do real histórico, se aplicar a um devir total depende enfim de um curso livre que coloca em primeiro [[lexico:l:lugar:start|lugar]] tal "fator"; ou então ela se faria de [[lexico:a:acordo:start|acordo]] com o modelo da "compreensão", apropriação do passado pela apreensão de seu sentido, mas exatamente esse sentido não nos é dado de uma maneira imediatamente transparente. A [[lexico:c:causalidade:start|causalidade]] e a compreensão têm cada qual seu [[lexico:l:limite:start|limite]]. Para ultrapassar esses limites é preciso fazer uma [[lexico:h:hipotese:start|hipótese]] sobre o devir total, que não só retome o passado mas apreenda o presente do historiador como passado, isto é, o perfile sobre um porvir; é preciso fazer uma filosofia da história. Mas o emprego dessa filosofia está condicionado por uma [[lexico:h:historia-da-filosofia:start|história da filosofia]], que exprime por sua vez uma [[lexico:i:imanencia:start|imanência]] ao tempo de um [[lexico:p:pensamento:start|pensamento]] que pretendia ser intemporal. Assim, o [[lexico:m:marxismo:start|marxismo]], por exemplo, surge então não como uma ciência mas como uma [[lexico:i:ideologia:start|ideologia]], não como um [[lexico:c:conhecimento-objetivo:start|conhecimento objetivo]] mas como uma hipótese feita sobre o [[lexico:f:futuro:start|futuro]] por políticos. Teremos, então, caído ao [[lexico:h:historicismo:start|historicismo]], isto é, na aceitação de um devir sem [[lexico:s:significado:start|significado]], o qual acarreta seja [[lexico:c:ceticismo:start|ceticismo]], seja [[lexico:f:fatalismo:start|fatalismo]], seja indiferença? Nem isso, pois o próprio historicismo está historicamente ligado à crise do positivismo, e suas teses, negativas, não podem, tal como outras, serem consideradas como absolutamente verdadeiras: como [[lexico:t:todo:start|todo]] ceticismo, ele nega-se a si mesmo. {{indexmenu>.#1|skipns=/^playground|^wiki/ nsonly}}