===== EXPERIÊNCIA RELIGIOSA ===== VIDE [[lexico:a:aisthesis|aisthesis]] Submissão e valorização dos dados subministrados pela [[lexico:f:fe|fé]], fortalecendo cada vez mais um [[lexico:g:grau|grau]] mais alto de comunhão com o [[lexico:d:divino|divino]]. [[lexico:s:schelling|Schelling]], ap. Messer, K. H., 183, entende por [[lexico:e:experiencia|experiência]], [[lexico:n:nao|não]] a elaboração das perfeições externas e internas pelo [[lexico:p:pensamento|pensamento]], mas uma experiência [[lexico:m:metafisica|metafísica]] "mais elevada", que extrai a [[lexico:r:razao|razão]] da [[lexico:s:substancia|substância]] do [[lexico:m:mundo|mundo]]: uma [[lexico:c:consciencia|consciência]] religiosa. Dentro desta [[lexico:e:experiencia-religiosa|experiência religiosa]], considera Schelling, não só a chamada [[lexico:r:religiao|religião]] revelada, como também todas as representações mitológicas. Para [[lexico:j:james|James]], Expérience, 290, é legítimo afirmar a [[lexico:e:existencia|existência]] de experiências religiosas de [[lexico:n:natureza|natureza]] específica, e a [[lexico:i:impossibilidade|impossibilidade]] de deduzi-las, por analogias ou por induções psicológicas, de outra qualquer [[lexico:e:especie|espécie]] de experiência. Em [[lexico:p:pascal|Pascal]], a experiência religiosa é aceitação do [[lexico:s:sacrificio|sacrifício]] e da [[lexico:d:dor|dor]], a criatura ligada ao Cristo que sofre e está desamparado. "Jesus aparta-se dos discípulos para entrar em agonia", diz [[lexico:b:brunschvicg|Brunschvicg]], Pascal, 163, "devemos apartar-nos dos mais próximos e íntimos para imitá-lo".