Quem nos visita
5 user(s) are online (3 user(s) are browsing Artigos)

Members: 0
Guests: 5

more...
Pesquisa
Observação
Além de material próprio este site reúne inúmeras referências a páginas e documentos encontrados na Internet, sobre os quais não temos o menor controle sobre sua disponibilidade. Assim como surgiram na Internet e tivemos a sorte de encontrá-los, podem desaparecer a qualquer momento, sem que em muitas das vezes possamos recuperá-los.

Recomendo meu livro aos interessados em uma reflexão filosófica sobre a técnica, e em particular a informática. Para ler o livro é necessário o leitor Kindle, seja individual ou seja para PC, Mac ou IPAD: AMAZON e AMAZON BRASIL
Responsáveis
João Cardoso de Castro
Filósofo e Mestre em Educação, UFRJ
Murilo Cardoso de Castro
Doutor em Filosofia, UFRJ
Citação Ao Acaso
  • Decisiva é a transformação do espírito em INTELIGÊNCIA: qual seja a simples habilidade ou perícia no exame, no cálculo e na avaliação das coisas dadas, com vistas a uma possível transformação, reprodução e distribuição em massa, sujeita em si mesma à possibilidade de uma organização, o que não vale para o espírito. Todo o literatismo e estetismo são apenas uma consequência ulterior e uma degenerescência do espírito falsificado em inteligência. O mero engenho, o apenas espirituoso, é aparência de espírito e a tentativa de esconder a sua ausência. (HEIDEGGER, Introdução à Metafísica, 1952/1966, p. 89)
  • Heidegger
  • Até agora pensamos a palavra "essência" no sentido comum. Na linguagem da escola, "essência" diz aquilo que alguma coisa é, em latim, quid. A quidditas, a quididade, responde à pergunta pela essência de alguma coisa. O que, por exemplo, convém e pertence a todas as espécies de árvores; carvalho, faia, bétula, pinheiro, é uma mesma arboridade, o mesmo ser-árvore. As árvores reais e possíveis caem todas sob esta arboridade, como seu gênero comum, o "universal", no sentido de genérico. Será, então, que a com-posição, a essência da técnica, constitui o gênero comum de tudo que é técnico? Se fosse assim, a turbina a vapor, o transmissor de rádio, o ciclotrônio seriam uma com-posição! Ora, o termo, "com-posição", não diz, aqui, um equipamento ou qualquer tipo de aparelho. Diz, ainda menos, o conceito genérico destas dis-ponibilidades. As máquinas e aparelhos são tampouco casos e espécies de com-posição, como o operador na mesa de controle ou o engenheiro no escritório de planejamento. Tudo isto, sendo peças, dis-ponibilidades e operadores de dispositivos, pertence, cada qual à sua maneira, à com-posição, mas esta, a com-posição, nunca é a essência da técnica, entendida, como um gênero. A com-posição é um modo destinado de desencobrimento, a saber, o desencobrimento da exploração e do desafio. Um e outro modo destinado é o desencobrimento da pro-dução, da poiesis. Esses modos não são, porém, espécies que, justapostas, fossem subsumidas no conceito de desencobrimento. O descobrimento é o destino que, cada vez, de chofre e inexplicável para o pensamento, se parte, ora num des-encobrir-se pro-dutor ora num des-encobrir-se ex-plorador e, assim, se reparte ao homem. O de-sencobrimento ex-plorador tem a proveniência de seu envio no des-cobrimento pro-dutor, ao mesmo tempo em que a com-posição de-põe num envio do destino a poiesis.
    Assim, a com-posição se torna a essência da técnica, por ser destino de um desencobrimento, nunca, porém, por ser essência, no sentido de gênero e essentia. Se levarmos em conta essa conjuntura, algo de espantoso nos atinge: a própria técnica exige de nós pensar o que, em geral, se chama de "essência", num outro sentido. Mas em qual? (HEIDEGGER, Ensaios e Conferências, 1954/2002, p. 32)
  • Heidegger
  • Embora na sua expansão como parâmetro espaço e tempo jamais admitam o encontro face a face de seus elementos, é precisamente quando espaço e tempo predominam como parâmetros para toda representação, produção e recomendação, ou seja, como parâmetros do mundo da técnica moderna, que eles alcançam de forma extraordinária o prevalecer da proximidade, ou seja, a proximitude dos campos do mundo. Quando tudo se dispõe em intervalos calculados e justamente em virtude da calculação ilimitada de tudo, a falta de distância se espraia e isso sob a forma de uma recusa da proximidade de uma vizinhança dos campos do mundo. Na falta de distância, tudo se torna indiferente em consequência da vontade de asseguramento e apoderamento uniforme e calculador da totalidade da terra. A luta pela dominação da terra entrou em sua fase decisiva. A exploração total da terra mediante o asseguramento de sua dominação só se instaura quando se conquista fora da terra a posição extrema para o seu controle. A luta por essa posição consiste no cálculo constante onde todas as referências entre todas as coisas se converte na ausência calculável de distância. Isso constitui a desertificação do en-contro face a face dos quatro campos de mundo, a recusa de proximidade. Nessa luta pela dominação da terra, espaço e tempo alcançam seu predomínio máximo enquanto parâmetros. Todavia, o seu poder irrefreado só é possível porque espaço e tempo já e ainda são outra coisa do que os bem conhecidos parâmetros. 0 caráter de parâmetro oblitera a essência do espaço e do tempo. 0 parâmetro encobre sobretudo a relação de sua essência com a essência vigorosa da proximidade. Mesmo sendo relações tão simples, elas se mantêm inacessíveis para o pensamento calculador. Onde elas se mostram, os hábitos representacionais impedem a sua visão. (HEIDEGGER, A caminho da linguagem, 1959/2003, p. 168)
  • Heidegger

(1) 2 3 4 ... 96 »
Posted by mccastro on 2016/12/31 7:29:25 (72 reads)
Estamos novamente atualizando o site. Começamos pelo software XOOPS, utilizado como gerenciador de conteúdo, e seus módulos.

Em termos de conteúdo, decidimos trazer para este mesmo site (AQUI), o glossário do vocabulário de Heidegger, que estava junto com outros glossários no site Hyperlexikon. Estamos revisando e reorganizando os textos, dando preferência de copiar para o site EREIGNIS os textos do próprio Heidegger, embora mantendo aqui os já existentes. Os textos de seus seguidores devem também passar a ser concentrados aqui, trazendo aqueles que estão em EREIGNIS.

Todo este processo é lento, somos apenas dois, eu e meu filho João. É nosso projeto para 2017. Esperamos seja um BOM ANO para todos!
Posted by mccastro on 2014/8/27 14:15:45 (84 reads)
Completamos hoje uma grande reorganização de duas seções do site «Contemporâneos» e «Análises e Comentários» que passam agora a formar uma única seção denominada «Meio Filosófico» (de Heidegger). O meio filosófico de Heidegger, que aqui consideramos, é composto de duas seções «Contemporâneos» e «Seguidores». Os filósofos em cada seção foram totalmente atualizados em suas descrições, incluindo diversas referências à Wikipedia para sua biografia e bibliografia, como referências a sua obra disponível na Amazon e em depósitos digitais na Internet, e às paginas que mantemos em outros de nossos sites sobre o filósofo. A seguir, pretendemos melhorar a disponibilidade de artigos para cada filósofo, assim como tentar dar uma editoração de boa qualidade no conteúdo dos artigos já existentes.
Posted by mccastro on 2014/8/24 18:40:00 (73 reads)
Estamos atualizando todas as referências (links) disponíveis no site, começando pela principal seção HEIDEGGER E REFERÊNCIAS, onde já conseguimos atualizar todos os links, além de incluir vários links novos. Fica o convite para visitar a SEÇÃO.
Posted by mccastro on 2014/1/28 7:29:15 (194 reads)
Recomendo este blog de filosofia de Nicolas Weill, filósofo-escritor do jornal Le Monde. Vale muito ler as últimas postagens sobre o controverso período da vida de Heidegger, no qual esteve "associado" ao nazismo. A questão deve vir a ter novos aspectos esclarecidos por conta da surpreendente descoberta de um diário do filósofo, que será publicado ainda em 2014.

LER AQUI
Posted by mccastro on 2013/9/27 9:49:42 (182 reads)
Curto vídeo onde Hubert Dreyfus apresenta uma brevíssima exposição histórica sobre a questão da "existência de Deus.
Read more... | 239 bytes more
Vocabulário (novos)